O incidente chamou a atenção de autoridades internacionais após plataformas de monitoramento de voo, como o FlightRadar24, registrarem a emissão de um sinal geral de emergência seguido por um indicativo de possível interferência ilegal na cabine de comando.
Relatos de conflito e investigação de terrorismo
De acordo com informações divulgadas pela mídia israelense com base em depoimentos de passageiros, a queda drástica teria ocorrido em meio a um suposto desentendimento ou incidente envolvendo os pilotos.
O governo de Israel passou a tratar o episódio de forma oficial como uma “tentativa de ataque terrorista”. O ministro da Segurança do país, Itamar Ben-Gvir, utilizou suas redes sociais para se manifestar sobre o caso, classificando o ocorrido como um plano para assassinar os passageiros israelenses a bordo.
“A concepção ingênua de que nossos inimigos valorizam a vida (…) recebeu esta manhã um lembrete adicional na forma de um terrorista que planejava derrubar um avião e assassinar os 180 israelenses a bordo. O terrorismo é um demônio com o qual não se pode chegar a nenhum acordo, exceto sua derrota e erradicação”, publicou o ministro.
Apesar do susto e da gravidade da manobra brusca, a aeronave conseguiu alterar sua rota com segurança em direção ao território saudita, onde equipes de emergência e autoridades locais assumiram os protocolos de investigação.
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