Direto da redação
Ao menos 14 bebês recém-nascidos morreram após um incêndio atingir a ala da maternidade de um hospital em Islamabad, capital do Paquistão, nesta quarta-feira (26). Segundo informações divulgadas pela imprensa internacional, 15 bebês estavam internados na unidade de terapia intensiva neonatal. Apenas um recém-nascido pôde ser resgatado com vida pelas equipes de socorro, provocando imensa comoção social e mobilizando as autoridades públicas do país asiático.
As equipes do corpo de bombeiros e dos serviços de resgate foram acionadas rapidamente para conter o avanço do fogo na estrutura hospitalar. Imagens gravadas por testemunhas e veiculadas nas redes sociais mostram a intensa fumaça se espalhando pelas janelas dos andares superiores da edificação durante o trabalho das equipes.
Investigação oficial e hipóteses para o início das chamas
Diante da gravidade da ocorrência, o primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, solicitou a abertura imediata de uma investigação formal para apurar as causas exatas do sinistro. Em comunicado oficial emitido à imprensa, o chefe de governo declarou que as circunstâncias do incidente serão analisadas minuciosamente para punir exemplarmente os eventuais responsáveis. As autoridades policiais e os peritos criminais iniciaram a coleta de provas no local para instruir o inquérito.
Informações preliminares divulgadas pela administração do hospital apontam que o fogo teria iniciado em um aparelho de ar-condicionado instalado no setor. O curto-circuito no equipamento gerou chamas violentas que se espalharam com extrema rapidez pelo revestimento térmico e pelo teto do andar. A velocidade de propagação da fumaça tóxica reduziu a margem de tempo para a evacuação segura dos recém-nascidos que dependiam de suporte de oxigênio.
Repercussão global e cobertura de notícias internacionais
O caso mobilizou a opinião pública internacional e levantou debates urgentes sobre as condições de segurança sanitária e de prevenção de incêndios em unidades hospitalares. Órgãos governamentais paranaenses e entidades do setor acompanham a repercussão da tragédia no exterior e os desdobramentos das auditorias técnicas.
