Direto da redação
A Polícia Federal prendeu o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, na manhã desta quinta-feira (16). Os agentes deflagraram uma nova fase da Operação Compliance Zero em Brasília e São Paulo para combater crimes financeiros. O executivo agora enfrenta acusações graves de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Assim, a justiça busca punir quem facilitou negócios irregulares com o dinheiro do povo.
Propina em imóveis de luxo
Os investigadores afirmam que Costa recebeu seis imóveis avaliados em 146 milhões de reais para favorecer o Banco Master. O dono da instituição privada teria entregue os bens em troca de facilidades dentro do banco público brasiliense. Por causa disso, o ministro André Mendonça autorizou as prisões e buscas em diversos endereços de luxo hoje. No fim das contas, a PF mira contratos sem garantia que arriscaram o patrimônio estatal.
Costa presidiu o BRB desde 2019 e tentou comprar o Master mesmo com alertas sobre rombos financeiros. O Banco Central barrou a operação por considerar o negócio perigoso demais para os cofres públicos na época. Além disso, a polícia apura se o banco comprou carteiras de dívidas “podres” para salvar o grupo parceiro. Desse modo, a gestão do administrador ruiu completamente após as descobertas das manobras ilícitas.
O ex-presidente vai para o Complexo da Papuda logo após passar pela audiência de custódia na capital federal. A operação também prendeu um advogado suspeito de ocultar o rastro do dinheiro em fundos de investimento complexos. Por esse motivo, a investigação atinge o coração das movimentações que tentavam enganar os órgãos de controle. Afinal, o crime financeiro sofisticado sempre deixa marcas que a perícia policial consegue rastrear.
A defesa de Paulo Henrique Costa ainda não enviou notas sobre as prisões desta manhã agitada em Brasília. O Portal PRMais segue de olho nesse escândalo que mexe com o sistema bancário e a política nacional. O paranaense exige transparência total quando o assunto envolve o uso de recursos de instituições públicas e governamentais. Por fim, acompanhe as nossas atualizações para saber os próximos nomes que podem cair nesta rede.
