Direto da redação
O Estado do Paraná atingiu a marca de R$ 27,6 bilhões em disponibilidade líquida de caixa no mês de agosto. O resultado coloca o território paranaense na terceira posição nacional, atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais. A prestação de contas foi apresentada pela Secretaria de Estado da Fazenda na Assembleia Legislativa do Paraná.
O secretário em exercício da Fazenda, Luiz Paulo Budal, destacou que o número reflete o rigor da gestão fiscal. A liquidez do caixa permite manter o pagamento de servidores em dia e honrar os compromissos com fornecedores. Além disso, a abundância de recursos próprios possibilita a ampliação de investimentos em hospitais e segurança pública.
Liquidez elevada garante Dívida Consolidada Líquida negativa e assegura nota máxima na STN
Como os recursos em caixa superam o valor total das dívidas de longo prazo, a Dívida Consolidada ficou negativa. Esse indicador de excelência fiscal mantém o estado com a classificação máxima CAPAG A+ na Secretaria do Tesouro Nacional. O título de bom pagador abre portas para captação de crédito internacional em condições mais vantajosas.
O reflexo da gestão eficiente das contas públicas aparece no volume recorde de investimentos empenhados no estado. Entre janeiro e agosto de 2026, o governo aportou R$ 7,6 bilhões em obras e melhorias urbanas. A quantia supera em oito meses o montante total aplicado em todo o ano anterior pela administração.
Aplicações em Saúde e Educação superam os limites mínimos estabelecidos pela Constituição
Em relação às despesas liquidadas, o Paraná foi o segundo estado que mais investiu no país durante o período. Foram R$ 5,56 bilhões destinados diretamente para setores vitais como Urbanismo e Agricultura familiar. Os aportes nas áreas de Educação e Saúde também ficaram acima dos pisos constitucionais exigidos pela legislação.
