O rendimento oscilante da nossa Seleção Brasileira no empate de um a um contra o Marrocos, logo na estreia do Mundial, acendeu as discussões nos programas esportivos. Os torcedores paranaenses cobram mudanças imediatas na equipe titular e pressionam pela entrada do jovem atacante Endrick. Só que o comandante Carlo Ancelotti despistou os jornalistas nas entrevistas coletivas ao ser questionado sobre as alterações individuais. O técnico italiano prefere focar na evolução do conjunto coletivo para ajustar os erros de passe. O Portal PRMais analisa o histórico de adaptabilidade do treinador no futebol europeu.
Estratégia na Champions e o camaleão espanhol
A carreira do experiente técnico europeu é marcada justamente por montar verdadeiros quebra-cabeças táticos a cada partida. Vale notar que o treinador utilizou 13 formações completamente diferentes desde que assumiu o comando do esquadrão canarinho. Essa postura camaleônica funcionava como a principal arma dele na última temporada dirigindo os astros do Real Madrid. Por falar nisso, o comandante alternava o esquema clássico do quatro-três-três para um compacto quatro-quatro-dois. A estratégia buscava preencher o meio de campo nos duelos contra os rivais de maior capacidade técnica.
Peças móveis na Europa e o corte de ingressos
O posicionamento do meia inglês Jude Bellingham ditava o ritmo das alternâncias geográficas dentro das quatro linhas na Europa. Se você reparar, o astro iniciava as jogadas aberto pelo lado esquerdo quando a prioridade exigia o reforço na marcação defensiva. O técnico manteve as variações frequentes na equipe madrilenha mesmo enfrentando uma onda severa de lesões de atletas importantes. Cá entre nós, ver o treinador mexer no time até em decisões de mata-mata contra o Manchester City comprova o seu estilo inquieto. E claro que o comandante estuda os pontos fracos do Haiti.
Os torcedores paranaenses que se reúnem nas redes sociais debatem qual seria a formação ideal para buscar os três pontos na partida da próxima sexta-feira. Como você bem sabe, o próximo adversário caribenho teoricamente possui uma qualidade técnica inferior, o que favorece uma postura ofensiva. Os analistas locais acreditam que a entrada do atacante do Endrick daria mais profundidade e velocidade para furar os bloqueios. A comissão técnica realizará treinamentos fechados para testar as novas dinâmicas.
Se tem uma coisa que o paranaense entende bem é de cornetar as escolhas do treinador na mesa do bar, e a gente acompanha essa ansiedade trazendo a verdade dos fatos sem meias palavras. Analisar o passado de Ancelotti nos mostra que o comandante não tem medo de arriscar e que o desenho tático do Brasil ainda vai mudar muito ao longo da caminhada americana. Prepare o manto verde e amarelo, organize o palpite com os amigos e continue ligado aqui no nosso painel para conferir os boletins diários e os bastidores da nossa Seleção.
