Direto da redação
A Fifa anunciou neste domingo (26) que está em negociações para ampliar a premiação das seleções da Copa do Mundo de 2026. A entidade máxima do futebol mundial projeta arrecadar mais de US$ 11 bilhões no atual ciclo financeiro. O aumento nas contribuições beneficiará todas as 48 equipes classificadas para o torneio na América do Norte. Além dos prêmios por desempenho, haverá maior aporte no programa Fifa Forward.
Detalhes dos pagamentos e custos de preparação
O pacote inicial de financiamento reserva cerca de US$ 655 milhões para pagamentos baseados exclusivamente no desempenho técnico em campo. O campeão do torneio deve levar para casa US$ 50 milhões, enquanto o vice-campeão receberá US$ 33 milhões. As seleções eliminadas na fase de grupos garantem um montante de US$ 9 milhões cada. Cada nação qualificada terá direito ainda a US$ 1,5 milhão para cobrir despesas de logística.
Sucesso comercial e Mundial de Clubes nos EUA
O relatório anual de 2025 aponta que 93% da receita total orçada já estava contratada no final do ano passado. Esse sucesso comercial é atribuído diretamente ao êxito do novo Mundial de Clubes com 32 equipes nos Estados Unidos. O mercado norte-americano consolidou-se como um pilar estratégico para as metas financeiras da federação internacional de futebol.
Sedes da Copa e calendário oficial do torneio
A Copa do Mundo de 2026 será realizada de forma conjunta entre Estados Unidos, México e Canadá. A abertura oficial está marcada para o dia 11 de junho e a grande final ocorrerá em 19 de julho. O torneio será inovador por ser o primeiro com o novo formato de grupos e maior número de participantes. A logística entre os três países será um dos maiores desafios da história das competições esportivas.
Compromisso com o desenvolvimento do futebol
A entidade reforça que os ganhos recordes serão redistribuídos para as 211 associações membros em todo o planeta. O objetivo é fortalecer o financiamento para categorias de base e projetos de inclusão social por meio do esporte. A transparência nas negociações com as federações nacionais é uma prioridade para a atual gestão da Fifa.
