Direto da redação
Um homem de 49 anos foi preso em flagrante pela Polícia Militar na noite deste domingo (16), no Bairro Alto, em Curitiba. Ele é acusado de enviar mensagens de assédio sexual para uma adolescente de 14 anos através do celular. O suspeito mantinha laços de amizade com o pai da jovem e frequentava a residência da família há anos. O caso foi descoberto quando o pai da menina fiscalizou o aparelho telefônico da filha e flagrou as conversas.
Após constatar o teor impróprio das mensagens, o pai acionou imediatamente as forças de segurança através da central 190. Uma equipe do Batalhão de Polícia de Rondas Ostensivas de Natureza Especial (BPRONE) realizava patrulhamento ostensivo na região e atendeu o chamado. Os policiais militares estavam a duas quadras do local do incidente e prestaram atendimento rápido à família.
Flagrante e checagem do celular do suspeito
Ao chegarem à residência do acusado, os policiais foram recebidos pela esposa do homem, que foi informada sobre o motivo da abordagem. A mulher colaborou com as equipes e autorizou a verificação das mensagens gravadas no aparelho celular do marido. Durante a checagem do conteúdo, os agentes e a esposa confirmaram a presença das frases de cunho inapropriado enviadas à menor. O suspeito não reagiu à abordagem e recebeu voz de prisão no local.
O sargento Maicon, do BPRONE, relatou que o investigado fazia insinuações e questionava sobre formas de conquistar garotas daquela faixa etária. O oficial ressaltou a gravidade da situação, considerando que o homem acompanhou todo o crescimento da vítima desde o seu nascimento. O detido não possuía passagens anteriores pela polícia e foi conduzido à delegacia especializada para prestar esclarecimentos formais.
Encaminhamento ao Nucria e alerta sobre crimes contra menores
O acusado foi levado ao Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Víitima de Crimes (Nucria), da Polícia Civil do Paraná, em Curitiba. Na unidade policial, os delegados de plantão formalizaram a prisão e adotaram as medidas legais cabíveis para o prosseguimento da ação penal. A polícia reforça que denúncias de abusos podem ser registradas presencialmente ou por canais de emergência.
