Direto da redação
A defesa técnica de William Pimenta Gusmão, irmão da influenciadora digital Virginia Fonseca, manifestou-se oficialmente pela primeira vez após o julgamento no Poder Judiciário. A 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) proferiu uma condenação contra ele pelo crime de importunação sexual. Em nota oficial, os advogados do réu esclareceram que a atual decisão colegiada não possui caráter definitivo e garantiram que vão ingressar com recursos cabíveis perante os tribunais superiores em Brasília.
De acordo com o comunicado divulgado pelos representantes jurídicos, a condenação ocorreu durante a análise de uma apelação criminal protocolada exclusivamente pelos assistentes de acusação do caso. Por este motivo processual, os defensores sustentam que o veredito atual do tribunal goiano ainda comporta modificações em sua estrutura. A equipe jurídica ressaltou que respeita o posicionamento adotado pelos desembargadores da corte estadual, mas expressou uma discordância veemente em relação à aplicação da pena ao cliente.
Advogados alegam inocência e destacam parecer do Ministério Público
A banca de advocacia que representa o irmão da famosa reforçou a tese de que o acusado é totalmente inocente perante as acusações apresentadas. A nota destaca textualmente que o réu nega de forma peremptória a prática do ato libidinoso que lhe foi falsamente imputado na denúncia inicial. Os defensores argumentam que a versão apresentada pela suposta vítima carece de sustentação fática e que o andamento do processo demonstrará a integridade do cidadão diante das autoridades competentes.
Posição favorável da promotoria embasa recursos da defesa
Outro ponto central levantado pela defesa para contestar o resultado do julgamento foi a postura do próprio Ministério Público do Estado de Goiás durante as etapas processuais. Segundo os advogados, o órgão ministerial manifestou-se formalmente de maneira favorável à absolvição de William Gusmão, tanto na primeira instância quanto na fase de recursos. Os pareceres dos promotores de Justiça apontavam, de forma técnica, para uma evidente ausência de provas materiais e indícios de autoria no caso.
O Portal PRMAIS apurou que o julgamento do TJ-GO reformou parcialmente a sentença absolutória anterior que o acusado detinha em primeiro grau. Os magistrados decidiram, por unanimidade de votos, condenar o réu por importunação sexual em relação apenas ao primeiro fato narrado na peça acusatória. Quanto ao segundo episódio citado na queixa, a absolvição foi integralmente mantida pelos julgadores, e o processo agora seguirá para análise minuciosa no Superior Tribunal de Justiça (STJ).
