O Paraná registrou a abertura de 69.638 novos postos de trabalho com carteira assinada durante o primeiro semestre de 2026. Os dados oficiais foram divulgados nesta quarta-feira (29) pelo Ministério do Trabalho e Emprego por meio do Novo Caged. O desempenho colocou o Estado na terceira posição do ranking nacional de geração de empregos, superando o Rio de Janeiro. O saldo positivo no período é fruto da diferença entre mais de 1,08 milhão de contratações e 1,01 milhão de demissões.
Liderança na Região Sul e destaque do setor de serviços
Na comparação com os demais estados do Sul, o Paraná consolidou ampla vantagem em relação aos vizinhos catarinenses e gaúchos. Santa Catarina abriu 63.169 postos de trabalho, ocupando a quarta colocação, enquanto o Rio Grande do Sul criou 40.902 vagas formais. Entre os setores da economia paranaense, o segmento de Serviços despontou como o principal contratante, somando mais de 40 mil vagas criadas. A Indústria transformadora veio na sequência, acompanhada pelos setores da Construção Civil e do Comércio em todo o Estado.
A capital paranaense liderou o levantamento municipal ao criar 16.148 vagas de trabalho de janeiro a junho deste ano. Londrina figurou na segunda colocação do pódio estadual com mais de 4,2 mil vagas, seguida de perto pelo município de Maringá. Do total de 399 cidades do Paraná, 307 apresentaram saldo positivo na criação de novos empregos com carteira. O resultado demonstra a descentralização do crescimento econômico e o fortalecimento do mercado de trabalho nas mais diversas regiões paranaenses.
Desempenho no mês de junho e estoque total de trabalhadores
Considerando apenas o mês de junho, o Estado gerou 8.483 vagas formais, conquistando a quinta posição entre as unidades da federação. Com o acréscimo registrado no último mês, o Paraná alcançou a marca histórica de 3.300.312 trabalhadores com carteira assinada. No acumulado dos últimos 12 meses, as empresas paranaenses abriram 54.837 novos postos de trabalho em todo o território. O cenário reflete a atração contínua de investimentos privados e a confiança do empresariado no desenvolvimento regional.
No âmbito nacional, o Brasil contabilizou mais de 921 mil vagas formais abertas durante os seis primeiros meses do ano. Quatro dos cinco grandes setores produtivos fecharam o período com saldo positivo de contratações em nível nacional. O Governo do Estado celebrou os números e reafirmou o compromisso de manter programas de qualificação profissional. A expectativa para o segundo semestre é de continuidade no ritmo de expansão do emprego formal em todas as regiões.
