Direto da redação
O Operário-PR lutou com muita garra, mas se despediu da Copa do Brasil nesta última terça-feira (12). O Fantasma encarou o Fluminense no Maracanã e pagou caro por erros individuais. A eliminação na quinta fase dói, mas a entrega em campo orgulhou o torcedor. O time chegou a sonhar com os pênaltis após diminuir o placar no Rio. O Portal PRMais traz agora a análise completa desta noite de muita raça paranaense.
Erros e reação
O Tricolor começou com tudo e aproveitou as falhas do Fantasma no início. Logo aos dez minutos, Índio cometeu um pênalti bobo convertido pelo adversário. O time da casa seguiu pressionando e ampliou com Lucho Acosta. Boschilia foi o grande nome do Operário-PR e tentou organizar o meio de campo. O Fantasma conseguiu equilibrar as ações e criou boas chances na primeira etapa.
A segunda etapa começou com outro susto após um novo pênalti contra o time. Desta vez o atacante John Kennedy desperdiçou a chance e mandou para fora. O Operário-PR ganhou fôlego novo com a entrada do atacante Edwin Torres. Aos 37 minutos, Felipe Augusto aproveitou um cruzamento e marcou o gol paranaense. A esperança de levar a decisão para as penalidades tomou conta do banco.
Fim da linha e saldo
O sonho da reação parou quando Edwin Torres acabou expulso de campo. O jogador levou dois cartões amarelos após cometer faltas duras e desnecessárias. A expulsão tirou o ímpeto final do Fantasma nos minutos finais de jogo. Mesmo com um a menos, a equipe tentou buscar o empate heróico no Maracanã. O apito final confirmou a queda de pé de um time muito guerreiro.
O Fantasma se despede do torneio com um saldo muito positivo em 2026. Foram quatro vitórias e apenas uma derrota em seis confrontos disputados no ano. O clube paranaense fatura mais de 6,5 milhões de reais em premiações da CBF. A campanha mostra que o time consegue competir de igual com a elite nacional. Agora o foco volta totalmente para os próximos desafios na série B do Campeonato Brasileiro.
