Direto da redação
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) interceptou um carregamento de 1,2 tonelada de maconha na manhã desta quinta-feira (23), na BR-476. A apreensão ocorreu em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba, após uma perseguição que durou alguns quilômetros. Durante a vistoria, os policiais encontraram fardos da droga e de skunk com uma identidade visual curiosa. As embalagens faziam referência direta à Copa do Mundo de 2026.
Perseguição e prisão em flagrante
O condutor do caminhão desobedeceu à ordem de parada inicial e iniciou uma tentativa de fuga desesperada pela rodovia. Após o acompanhamento tático, o motorista abandonou o veículo ainda em movimento e correu para uma área de mata fechada. Por esse motivo, os agentes montaram um cerco na região e conseguiram deter o homem, de 33 anos, que tentava escapar a pé. Só que o esforço foi inútil diante da rápida resposta da PRF no local.
Droga personalizada e destino
Dentro do semirreboque, a equipe localizou o carregamento milionário dividido em diversos fardos pesados. Além da maconha comum, parte da carga era composta por skunk, uma variante da droga com maior concentração de substâncias psicoativas. O detalhe das embalagens personalizadas com o tema da Copa chamou a atenção dos investigadores, que agora buscam a origem do entorpecente.
Encaminhamento à Polícia Civil
O suspeito foi preso em flagrante pelo crime de tráfico de drogas e levado para a Delegacia da Polícia Civil em Araucária. Todo o material ilícito e o caminhão foram apreendidos e passarão por perícia detalhada nas próximas horas. Dessa forma, a ocorrência foi registrada e o motorista segue agora à disposição do Poder Judiciário. Por esse motivo, a investigação deve avançar para descobrir quem seriam os receptadores finais dessa carga na capital paranaense.
A apreensão representa um duro golpe financeiro para o crime organizado que atua nas rodovias que cortam o estado. No fim das contas, a vigilância constante da PRF é o que garante a segurança dos motoristas e evita que grandes quantidades de entorpecentes cheguem aos bairros. Dessa forma, o combate ao tráfico segue como prioridade máxima nas divisas e acessos metropolitanos.
