Direto da redação
O empresário Daniel Vorcaro segue no centro de uma investigação pesada. A Polícia Federal afirma que o dono do Banco Master intimidava rivais. O esquema contava com o apoio de milicianos e bicheiros cariocas. A operação Compliance Zero chegou hoje na sua sexta fase oficial. O Portal PRMais detalha como funcionava essa rede de coação física.
Estrutura da Turma
O grupo criminoso operava sob o codinome interno chamado “A Turma”. As investigações apontam que Manoel Mendes Rodrigues liderava o braço armado no Rio de Janeiro. Ele servia como ponte entre o banco e os criminosos locais. A estrutura acessava dados sigilosos para vigiar cada passo dos alvos. O ministro André Mendonça autorizou as prisões preventivas realizadas na manhã desta quinta-feira (14).
A polícia identificou policiais e operadores do jogo do bicho. As mensagens encontradas mostram ordens diretas para “ir para cima” deles. Um dos episódios ocorreu em Angra dos Reis no ano passado. O bando ameaçou o comandante de uma embarcação e um cozinheiro. A gravidade dos fatos assustou até os investigadores mais experientes.
Ações em Angra
A investigação também aponta que Daniel Vorcaro orientava o levantamento completo da vida de seus funcionários. O grupo se deslocava até marinas e hotéis para fazer as ameaças. As vítimas sofriam constrangimento direto por ordens vindas de Belo Horizonte. Manoel Mendes Rodrigues acabou preso por ser o elo dessa organização. A investigação revela ainda um lado obscuro do poder financeiro no Brasil.
O Banco Master enfrenta agora uma crise de imagem sem precedentes. A defesa dos envolvidos ainda não se manifestou sobre as acusações. Novas fases da operação podem ocorrer nas próximas semanas. O mercado financeiro acompanha o caso com muita atenção e cautela. Fique ligado no Portal PRMais para saber o desfecho deste crime.
