Direto da redação
O Papa Leão XIV passou por uma cirurgia de emergência no pulmão direito nesta terça-feira em Roma. Os médicos do hospital confirmaram o diagnóstico de adenocarcinoma pulmonar após analisarem o nódulo retirado. A neoplasia identificada no pontífice é o subtipo mais frequente entre os casos de câncer na região.
O adenocarcinoma pulmonar desenvolve-se nas glândulas produtoras de muco situadas na região periférica dos alvéolos. A doença é classificada na categoria de câncer de células não pequenas e cresce gradualmente. Por ter avanço mais lento, apresenta maior probabilidade de detecção precoce antes de atingir outros órgãos.
Doença apresenta sintomas silenciosos que exigem investigação médica detalhada e biópsia
Os sintomas do adenocarcinoma incluem tosse persistente, dor no peito, falta de ar e rouquidão incomum. O paciente também pode apresentar fadiga, perda de peso involuntária e dificuldade recorrente para engolir alimentos. Como esses sinais são silenciosos e parecidos com outras enfermidades, médicos recomendam consultas imediatas.
Embora o tabagismo seja a principal causa do câncer de pulmão, o adenocarcinoma atinge também não fumantes. A doença registra maior incidência em mulheres e pessoas jovens expostas a fatores ambientais nocivos. A inalação de fumo passivo, fuligem, alcatrão e gases de motores a diesel eleva os riscos.
Tratamento do pontífice dependerá do resultado dos exames detalhados de estadiamento
As opções terapêuticas para a doença envolvem remoção cirúrgica, quimioterapia, radioterapia e o uso de imunoterapia. O plano de tratamento do Papa Leão XIV será definido após o resultado do estadiamento. O Vaticano e a equipe médica ainda não divulgaram o prognóstico oficial do líder religioso.
