Motivos da paralisação e divergências sindicais
Na Caixa Econômica Federal, a greve foi aprovada em assembleia liderada pelo Sindicato dos Bancários de SP, Osasco e Região e chancelada nacionalmente após a categoria recusar a proposta de renovação contratual apresentada pela direção da instituição financeira.
No caso do Banco do Brasil, a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) negociada via Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) foi aceita por grande parte do país, mas rejeitada por cerca de 60 entidades sindicais regionais. Entre as bases que optaram pela greve destacam-se praças importantes como Brasília, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Pernambuco e Florianópolis. A Fenaban informou que a CCT unificada foi assinada em 9 de setembro, após meses de negociações da campanha salarial de 2026.
Posicionamento dos bancos
Em notas oficiais enviadas à imprensa, as instituições financeiras manifestaram suas posições diante do impasse:
- Banco do Brasil: Destacou que participou ativamente da mesa única de negociação da Fenaban e que a proposta aprovada em diversas regiões reflete os entendimentos alcançados nas rodadas da data-base de 2026.
- Caixa Econômica Federal: Informou que mantém canais de diálogo abertos com os representantes sindicais dos empregados e que retomou as conversas com o intuito de buscar um entendimento consensual.
Os clientes que necessitarem de serviços bancários durante a paralisação devem priorizar canais digitais, aplicativos e terminais de autoatendimento. Para acompanhar atualizações sobre greves, economia, mercado financeiro e notícias do país, continue no portal.
