Direto da redação
O Instituto Água e Terra (IAT), órgão vinculado à Secretaria do Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest), emitiu um alerta público nesta quinta-feira (10) sobre a circulação de uma nova modalidade de golpe financeiro no Paraná. Criminosos estão utilizando o nome e o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) oficial do órgão ambiental para emitir boletos falsos.
O órgão ambiental enfatizou categoricamente que não envia boletos referentes a Autos de Infração diretamente a autuados ou cidadãos por meio de mensagens eletrônicas, como e-mails ou aplicativos de conversa. O IAT ressaltou ainda que não realiza abordagens diretas solicitando transferências instantâneas via Pix. A utilização de dados institucionais verdadeiros nos documentos falsificados busca conferir uma aparente legitimidade às cobranças fraudulentas.
Verificação de débitos deve ser realizada exclusivamente nos canais oficiais do IAT
Para evitar prejuízos financeiros, a autarquia orienta que a verificação sobre a existência de eventuais multas, taxas ou pendências ambientais seja feita estritamente pelos canais oficiais de atendimento. Os procedimentos formais e a emissão de guias legítimas de arrecadação estão disponíveis no portal oficial do Instituto (www.iat.pr.gov.br).
A diretoria do Instituto recomenda atenção redobrada diante de mensagens que apelem para prazos de urgência, ofereçam descontos atrativos não previstos em lei ou exijam quitação imediata de débitos. Nestas situações, a orientação expressa é interromper qualquer transação financeira e não fornecer dados pessoais, bancários ou cópias de documentos aos contato suspeitos. A presença isolada do CNPJ do Estado no documento não garante a autenticidade do título.
Vítimas de fraude devem registrar boletim de ocorrência junto à Polícia Civil
A orientação para o cidadão que receber cobranças suspeitas por WhatsApp, redes sociais ou e-mails não solicitados é ignorar as mensagens e não efetuar o pagamento. Caso a tentativa de estelionato seja confirmada ou se houver prejuízo financeiro consumado, a vítima deve registrar imediatamente um Boletim de Ocorrência na Polícia Civil do Paraná (PCPR) para subsidiar as investigações criminais.
