Direto da redação
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) fechou um desmanche ilegal de veículos nesta quinta-feira (23) em Sarandi. A operação cumpriu cinco ordens judiciais, incluindo quatro de busca e apreensão, com apoio da Polícia Científica. Durante a ação, as equipes recolheram celulares, notebooks e documentos que comprovam a atividade ilícita na região. Dessa forma, o estabelecimento foi lacrado e teve todas as suas operações suspensas por determinação da Justiça.
Veículos furtados e adulterações
O delegado William Araújo Ribeiro explicou que dois carros com alerta de furto foram recuperados no pátio. Além disso, diversos motores e carcaças passaram por perícia técnica devido a fortes suspeitas de remarcação de chassi. Por esse motivo, a investigação foca agora em rastrear a origem de todas as peças encontradas no local. Os agentes buscam identificar quem eram os fornecedores e os compradores desse esquema criminoso.
Crimes investigados e foragido
As autoridades apuram os crimes de receptação qualificada, associação criminosa e adulteração de sinal identificador de veículo automotor. O dono do comércio, um homem de 32 anos, é considerado foragido após escapar do cerco. Dessa forma, a PCPR mantém as diligências ativas em toda a região do Norte do Estado para capturá-lo. Só que a prisão é considerada fundamental para desmantelar por completo a rede de desmanches.
Colaboração da comunidade local
A polícia solicita que a população ajude com informações que levem ao paradeiro do suspeito de Sarandi. Denúncias anônimas podem ser feitas pelos números 197 e 181, garantindo o sigilo total de quem colabora. Por esse motivo, qualquer detalhe sobre movimentações suspeitas em galpões da cidade pode ser repassado diretamente aos investigadores paranaenses. O apoio da comunidade se torna uma ferramenta essencial para manter a segurança pública.
Continuidade das investigações técnicas
Todo o material eletrônico apreendido, como computadores e aparelhos celulares, passará por análise detalhada da inteligência policial. O objetivo é cruzar dados de conversas e transações financeiras para identificar outros endereços usados pelo grupo. Dessa forma, novas fases da operação podem ocorrer em cidades vizinhas do Paraná nos próximos dias.
