Direto da redação
A PCPR deflagrou nesta quinta-feira (16) uma operação para prender os responsáveis pela confusão na final da Taça Paraná. A ação mira os brigões que transformaram o gramado em ringue durante o jogo entre Capão Raso e Trieste. Agentes cumprem 14 mandados judiciais logo cedo para banir a violência do nosso futebol amador. Assim, o crime no campo agora vira punição severa na justiça.
As equipes buscam três prisões preventivas e revistam 11 endereços ligados aos investigados nesta manhã. O trabalho mobiliza a Polícia Militar e a Guarda Municipal para cercar os suspeitos em vários bairros da capital. Por isso, a presença policial surpreendeu muita gente logo ao amanhecer em Curitiba. No fim das contas, a bagunça de dezembro traz faturas pesadas para os vândalos agora.
Premeditação e agressões no gramado
Jogadores e torcedores invadiram o campo e agrediram atletas antes mesmo do apito final da partida. O conflito feriu gravemente dois jogadores, que precisaram de atendimento médico imediato em uma unidade de saúde. Além disso, a investigação provou que os suspeitos planejaram o ataque em grupos de mensagens dias antes. Desse modo, a intolerância superou o espírito esportivo naquela decisão de campeonato.
A delegada Sâmia Coser detalhou as provas para que cada envolvido responda exatamente pelos seus atos criminosos. O Ministério Público aceitou o pedido de prisão para afastar os baderneiros das nossas praças esportivas. Por esse motivo, a operação serve de lição para quem confunde torcida organizada com barbárie. Afinal, as famílias paranaenses merecem estádios seguros e pacíficos para vibrar.
O Portal PRMais acompanha os detidos e as sanções que os clubes devem enfrentar na federação. A segurança nos jogos de bairro permite que o torcedor de bem volte a frequentar as arquibancadas sem medo. Por fim, lembramos que o respeito deve vencer qualquer rivalidade dentro ou fora das quatro linhas. Siga nossas atualizações para conferir o balanço completo desta ação policial.
