Direto da redação
O último sábado,14 de março, foi de mobilização intensa em todo o estado. A Secretaria de Segurança Pública promoveu mais uma etapa da campanha “Mulher Segura”, levando orientação e serviços para 11 cidades paranaenses simultaneamente. O foco principal foi o combate à violência contra a mulher e a divulgação de canais de denúncia eficazes.
Em Curitiba, unidades móveis foram instaladas em praças de grande circulação, oferecendo atendimento jurídico e psicológico gratuito. O Paraná tem investido pesado na conscientização, buscando reduzir os índices de agressão que costumam subir em períodos de lazer e feriados. A adesão feminina superou as expectativas, com centenas de orientações realizadas.
Ferramentas de Defesa
Além das palestras, as equipes demonstraram o funcionamento do Botão do Pânico, disponível no aplicativo 190 PR. A ferramenta é exclusiva para mulheres que possuem medidas protetivas e aciona a viatura mais próxima em caso de risco iminente. O governo estadual planeja expandir a campanha para mais 20 cidades até o final do primeiro semestre.
Próximo Passo
Baixe o app 190 PR no seu celular. É uma ferramenta de segurança gratuita para todos os paranaenses.
Cenário de Confusão: Mulher tira a roupa para evitar prisão em Maringá
Uma ocorrência bizarra chamou a atenção de quem passava pelo centro de Maringá, no sábado, dia 14 de março. Uma mulher de 34 anos se envolveu em uma briga com comerciantes e, ao ser abordada pela Guarda Municipal, descobriu que havia um mandado de prisão em aberto contra ela por furto qualificado.
Em uma tentativa desesperada e inusitada de impedir o trabalho dos agentes, a mulher tirou toda a roupa em plena via pública, gritando que não seria levada. A cena atraiu curiosos e causou transtorno no trânsito local. Os guardas municipais agiram com rapidez, utilizando uma manta térmica para cobrir a mulher e efetuar a detenção de forma segura.
Consequências Legais
Ela foi encaminhada à Delegacia de Polícia Civil, onde, além do mandado de prisão anterior, foi autuada por ato obsceno e resistência. Após ser medicada — já que apresentava sinais de agitação psicomotora —, ela foi transferida para a ala feminina da cadeia pública da cidade. O caso viralizou nas redes sociais locais como um dos fatos mais curiosos da semana.
Próximo Passo
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