Direto da redação
A votação para a eleição presidencial foi finalizada em diversos territórios situados nas regiões da Ásia e da Oceania em decorrência das diferenças de fuso horário. Países como Austrália, Coreia do Sul, Filipinas, Japão, China, Coreia do Norte, Timor-Leste, Malásia, Singapura, Taiwan e Nova Zelândia já concluíram integralmente o processo de coleta de votos. Ao todo, quase um milhão de cidadãos brasileiros residentes fora do país estão aptos a votar.
A apuração oficial e a consolidação total dos dados de votação do eleitorado no exterior serão divulgadas de forma centralizada pelo Tribunal Superior Eleitoral a partir das 17h, no horário de Brasília. Contudo, o levantamento direto promovido a partir dos boletins de urna fixados nas seções instaladas em embaixadas e consulados já permite conferir a contagem parcial nas localidades onde as urnas eletrônicas foram encerradas.
Balanço parcial das seções apuradas no exterior
Na Austrália, com o registro parcial de 26 das 29 seções apuradas, a liderança foi registrada por Lula com 5.283 votos, seguido por Flávio Bolsonaro com 2.022 e Escritor Augusto Cury com 276. Na Coreia do Sul, a contagem apontou 123 votos para Lula (56,94%) e 72 para Flávio Bolsonaro (33,33%). Nas Filipinas, Flávio Bolsonaro obteve 33 votos (53,23%), enquanto Lula somou 26 votos (41,94%). Na Malásia, Lula alcançou 44 votos (53,66%) e Flávio Bolsonaro registrou 27 votos (32,93%).
A apuração realizada na Nova Zelândia indicou 234 votos para Lula (70,48%) e 64 votos para Flávio Bolsonaro (19,28%). Em Singapura, a contagem finalizou com 190 votos destinados a Lula (54,60%) e 92 votos computados para Flávio Bolsonaro (26,44%). Os dados de outros países continuam sendo recolhidos pelas equipes de reportagem e serão somados gradualmente às parciais conforme os boletins forem sendo emitidos pelas seções.
Logística e acompanhamento da apuração global
A contínua divulgação dos boletins de urna nas seções do exterior demonstra a organização da logística eleitoral conduzida pelo Ministério das Relações Exteriores juntamente com a Justiça Eleitoral para garantir a transmissão célere dos dados até Brasília.
