Direto da redação
O Gaeco deflagrou, na manhã desta quarta-feira, 1ºde julho, a Operação Coluna Sul. A iniciativa é considerada a maior ofensiva da história da força-tarefa contra uma facção criminosa que dita ordens de dentro e fora dos presídios. A mobilização cumpre trezentas e vinte ordens judiciais expedidas pela Vara Estadual de Organizações Criminosas em seis estados brasileiros.
No Paraná, o cumprimento dos mandados judiciais resultou em um grave confronto armado na região após forte resistência de membros da facção. Criminosos fortemente armados abriram fogo contra as equipes policiais assim que perceberam a aproximação dos agentes estaduais para o início das buscas programadas. Diante da injusta e violenta agressão sofrida em campo, os policiais do Batalhão de Polícia de Rondas Ostensivas de Natureza Especial (Rone) reagiram prontamente.
Confronto com o Batalhão Rone resulta na morte de integrante da facção
Durante o tiroteio que assustou moradores, um dos integrantes ativos da facção criminosa acabou morrendo no local após enfrentar as guarnições. O homem utilizava uma pistola equipada com seletor de rajada, um dispositivo modificado de alto poder de fogo que aumenta o potencial lesivo. A troca de tiros exigiu o deslocamento imediato de diversas equipes de apoio policial para isolar o perímetro urbano e evitar novas fugas.
A Operação Coluna Sul constitui um desdobramento direto e robusto de investigações iniciadas anteriormente no âmbito da conhecida Operação Maserati. O principal objetivo das Promotorias de Justiça em 2026 é sufocar de forma permanente a capacidade logística de articulação dessas organizações. Além das prisões e das buscas efetuadas no Paraná, o Gaeco catarinense instalou cinco grandes bases operacionais para coordenar o fluxo de dados em tempo real.
Materiais eletrônicos recolhidos no Paraná passam por perícia técnica
Todos os materiais eletrônicos, armas e documentos apreendidos durante as diligências do Paraná serão encaminhados oficialmente para o setor de perícia técnica. Os laudos dos peritos servirão para extrair mensagens de celulares e comprovar a ligação dos acusados com crimes de lavagem de dinheiro. O Portal PRMAIS apurou que as investigações criminais seguem correndo sob rigoroso sigilo jurídico determinado pelo Poder Judiciário por questões de segurança.
